... e eu sinto tanto.
só queria ter vc sempre perto.
2009/09/10
Os Uns
Eu quero um sofá pra deitar, um banco pra sentar, pode ser de uma praça em frente uma árvore linda ou um banco de um ônibus ou de um carro em alta velocidade,
um abraço pra aconchegar, mãos pra entrelaçar, morder e beijar,
uma mala pra viajar, não precisa muita coisa, mas não vou esquecer da escova de dente... um ombro para encostar
um mar pra admirar, uns dedos pra apertar,
um perfume pra cheirar, uma música pra dançar, uma paz pra caminhar, um tempo pra sonhar e uma vida pra realizar... eu quero todos os uns que eu puder sentir... amei os uns do nosso findi... garouta.
Por paula. =)
um abraço pra aconchegar, mãos pra entrelaçar, morder e beijar,
uma mala pra viajar, não precisa muita coisa, mas não vou esquecer da escova de dente... um ombro para encostar
um mar pra admirar, uns dedos pra apertar,
um perfume pra cheirar, uma música pra dançar, uma paz pra caminhar, um tempo pra sonhar e uma vida pra realizar... eu quero todos os uns que eu puder sentir... amei os uns do nosso findi... garouta.
Por paula. =)
2009/09/02
Macabéa.
Uma nordestina, que por viver em seu mundo, se achava feliz.
Não tinha uma vida que se pode dizer ' nossa, mas que maravilha! ' , mas fazia todo o possível.
Um dia então, conheceu um rapaz. Ele, era a única pessoa que a completava.
Quando chegava de seu trabalho, se dava o luxo de tomar um gole de café gelado.
E não jantava, mas antes de se deitar ficava alucinada pensando em coxas de vaca.
Assim era sua vida, até que em uma noite, quando caminhava na rua, tropeçou nas suas próprias pernas e caiu, bateu a cabeça no paralelepípido.
Sua cabeça sangrava, mas ela nem tava, porque ela só pensava em seu ex namorado. Pensava que ele iria voltar e lhe ajudar naquele momento.
Mas não. A chuva caía e ela lá, sentada.
E foi seu último suspiro.
Não tinha uma vida que se pode dizer ' nossa, mas que maravilha! ' , mas fazia todo o possível.
Um dia então, conheceu um rapaz. Ele, era a única pessoa que a completava.
Quando chegava de seu trabalho, se dava o luxo de tomar um gole de café gelado.
E não jantava, mas antes de se deitar ficava alucinada pensando em coxas de vaca.
Assim era sua vida, até que em uma noite, quando caminhava na rua, tropeçou nas suas próprias pernas e caiu, bateu a cabeça no paralelepípido.
Sua cabeça sangrava, mas ela nem tava, porque ela só pensava em seu ex namorado. Pensava que ele iria voltar e lhe ajudar naquele momento.
Mas não. A chuva caía e ela lá, sentada.
E foi seu último suspiro.
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